08/11/2009
20/08/2009
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30/07/2009
29/07/2009
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14/05/2009
26/04/2009
09/04/2009
08/04/2009
22/03/2009
10/03/2009
15/02/2009
08/02/2009
O som das gotas caindo (nas folhas, nas telhas, nas latas, nas poças) existe em meu ouvido tantas vezes quanto amandas em meu pensamento. Uma tempestade lá fora, uma brisa quente cá dentro.
25/01/2009
29/12/2008
Escrevo com caneta sem tinta e os dedos machucados. Me faltam letras, os acentos e outros dizeres. Em resumo, o que aqui redijo, vai ao encontro, ao menos ao intento, da mera escrita em si. Do como escrever fazendo menos uso de si. O retorno ao si. Na busca do sentimento condensado em si. No amo-te em si, sem os dizeres.
23/12/2008
18/12/2008
amocadapartecomoumtodoamo. de abrupto, logo digo: meu ser se aprofunda no desejo do outro. meu amor se constrói em cada detalhe; se consolida em cada gesto; se monumentaliza diante de teus olhos na mais pura veneração a uma mulher. hoje. amanhã. a (minha) essência.
16/12/2008
14/12/2008
11/12/2008
10/12/2008
08/12/2008
07/12/2008
05/12/2008
02/12/2008
01/12/2008
Meu mundo não absorve ruídos. Reflete constelações (algo assim: o que sinto é o pulsar do outro corpo. Celeste).
Inicia-se hoje o melhor dezembro. Que o tempo se dobre, que o espaço se curve (até que caiba, apenas, nós dois).
30/11/2008
Torno-me um idiota que se fecha na própria verdade. Um louco que em seu próprio universo habita suas criações. Torno-me o Cosmos a que tudo pertence, tudo é, limitado na própria plenitude (a verdade em si, o universo em si, todas as criações). Porque simplesmente Amo.
29/11/2008
27/11/2008
Amantes secretos declarados. Nos sonhos, nas manhãs, nos corpos e nas palavras.
26/11/2008
Uma noite-sem-fim e sonhos.
25/11/2008
24/11/2008
(não mais vírgulas que a vida não é colagem é continuísmo é o todo) é o livro em branco é a tela em branco é o presente em branco é o sentido todo e por si só hoje me apaixono assim de uma vez só.
21/11/2008
ah, o stress! ah, esse ininterrupto pulsar de consciência quanto ao acúmulo de trabalho!
26/10/2008
24/10/2008
um salão de tango vazio, uma mulher com batom vermelho, sozinha, em uma mesa com um copo vazio à sua frente.
22/10/2008
retenho os gostos, os passos, as aflições.
21/10/2008
30/09/2008
28/09/2008
24/09/2008
23/09/2008
12/09/2008
08/09/2008
Acabo de envelhecer alguns bons anos, há poucos instantes, ao me olhar no espelho - estava prestes a dormir, agora a insônia de um velho me incomoda.
Não digo pela minha aparência e percepção de mudanças físicas. Continuo um jovem roto, magro, de cabelos emaranhados e barba rala em ilhas de sujeira em minha face.
Digo, pois, pelos meus olhos, que denunciam toda uma atitude centrada demais ao espírito inquieto.
Digo assim que.
Cessei a bebida, cessei as histórias, cessei corrida contra o tempo, voltei-me ao mundo enquanto o eu se deteriorava.
Procuro menos o caminhar e mais o rumo. Procuro me tornar mais um homem de pés no chão e mangas arregaçadas.
O que existe aqui dentro é mais próximo de uma felicidade escrita que de uma amargura sonhada. Estranhamente isso me incomoda. Esta certa adequação às normas, esse levar ao espírito a certeza.
Não sou certo.
Nunca estive certo.
Hoje isso me angustia mais que a própria angústia. Hoje os anos me pesam sobre os ombros, como se estivesse mais próximo daquela Idade da Razão e mais longe daquele velho vício: o Sofrer.
Assim se afasta. Assim me afasto.
Mais ou menos assim.
Sei lá.
02/09/2008
"...o frio que sorve minhas forças páira, agora, vencedor em minhas entranhas. O Flagelo de Deus ergue-se por terra, com nome não mais Átila, mas solidão..."
Ahá! Temos, assim, o vencedor para o concurso de bullshit deste dia de ontem!
01/09/2008
Enquanto a janela para o mundo está fechada, existe muito sol aqui dentro!
Viva a simples felicidade pequeno-burguesa!
13/08/2008
09/08/2008
"Ele se eleva acima da multidão de seres, e todas as terras se unem em paz."
I CHING - CH'IEN/ O CRIATIVO (Livro Terceiro). Aberto ao acaso.
28/07/2008
às vezes entro nessas questões. entrava. não mais me atordoam (agora são outras). turbilhão de idéias se resolve do mesmo modo que o turbilhão de vento: deixe estar. o destino é sempre a calmaria; o equilíbrio ocorre com a estabilidade; a tendência é a discipação do caos em ordem.
bem, até o próximo deslocamento.
pois que venha! torna emocionante!
(...)
afinal, sem o distúrbio das ondas, a calmaria do mar seria ... desgastante!
17/07/2008
todo o entorno é uma extensão tua. assim você vê, assim você age, assim se manifesta, assim ele é (para) você. assim ele é você. há você em tudo. (lembra meu desejo de me diluir? des-con-cen-trar?)
assim teu 'eu' não tem fim. o sentimento do outro também é teu sentimento. você o percebe como você (só).
importante é você. e importante é o resto, porque o resto também é você.
um dia. quando não restar mais nada...
04/07/2008
03/07/2008
Ah! Que seja! Sou um maldito fraco então! Que a desgraça recáia sobre minha cabeça e que nada mais reste a não ser minhas cinzas!
22/06/2008
21/06/2008
27/04/2008
05/04/2008
A partir do momento em que só minha sombra existe e do meu corpo se desprende, resta o que? Aquele perfil ainda sou eu? Algum dia foi?
Saudações!
28/03/2008
num mundo de impossíveis possibilidades, somos mera sombra de marionetes mecanizadas, regidas por nossos próprios pensamentos...
17/03/2008
01/03/2008
20/02/2008
17/02/2008
15/02/2008
31/01/2008
16/11/2007
04/11/2007
29/10/2007
Sim! Quem sabe?
22/10/2007
16/10/2007
10/10/2007
17/09/2007
No final de sua vida, você devolverá a terra tudo que a terra tem te dado.
Devolverá seus ossos, seus olhos, seus sonhos;
Devolverá suas lembranças, suas memórias, sua infância;
Devolverá suas lutas, suas cicatrizes, seus por-um-trizes;
Devolverá seu trabalho suado, seu anseio por justiça, sua busca infinita;
Devolverá seu ódio, seu amor, seu instinto;
Devolverá seus desejos, aquilo que nunca teve e tudo aquilo que jamais terá;
E tudo voltará a ser terra, e como terra, nada mais restará.
Pra que lutar? Viver vinte, trinta, duzentos anos?
Imortalidade?
Enfim na terra, será a terra.
Encontrará suas palavras perdidas,
Será o todo, será ninguém, possuirá o mundo.
Percorrendo distâncias, engolindo sempre, novas ilusões.
[A frase inicial surgiu-me num sonho, o restante foi trazido por seu sentimento. Nada significa.]
23/08/2007
É um agir inconsciente, consciente dos próprios atos, iluminado por sombras e regido pelo silêncio. Como se pudesse me isolar numa não-existência, clara que ficou numa não-arte, um tela que dizia "registre aqui sua existência". Com um giz-de-cera na mão, não hesitei e escrevi "não", assim, ríspido e simples, em azul, ignorando meus motivos, seguindo um êxtase momentâneo.
Não que não reconheça as fases da vida, que meu percurso não seja cíclico, mas como raios pude chegar até aqui? Como a neblina segou-me e colocou-me nessa letargia psicológica e actual? Quer saber? Que se dane! Não há necessidade de compreender as causas. Eis o relato. Tenho sim é que.......
É um Ponto de Negação em minha vida. Aqui, agora. Nego a tudo e a todos. Acima de tudo, nego a mim mesmo: sou um traste completo.
02/08/2007
25/07/2007
No entanto, pés já não são suficientes. A cada dia, torna-se cada vez mais necessária a travessia de uma ponte inexistente. Unindo mundos distantes, essa não-construção se engrandece e permanece invisível. Careço de asas, na liberdade plena do vôo!
…Ou talvez de olhos… para que me perca novamente em caminhada, afundando e flutuando, mas permanecendo vivo em pegadas (que também me matam quando chuva e vento as condenam). Deixando o vôo para quem vive de voar. Visualizando a ponte que não existe, mas que sei que ali está.
E então! Ah! Se um dia chegar lá…saberei?
24/07/2007
14/07/2007
Quando a linha do horizonte não mais estabelece o desenvolvimento da trajetória caótica de minha vida e todos os padrões inclinam-se a uma continuidade pré-definida, é na reflexão interiorizada e permeada de meandros que busco meu espaço.
No processo atual de crescimento do homem moderno, encontro-me às avessas, buscando a diferenciação do espírito (enquanto em seu significado místico) e a elevação da consciência além do submetido sistematicamente.
Na crença cega de esperança quase-infinita, esse processo de "iluminação" (chamemos assim), de um modo mais irracional que lógico, seria impulsionado pelo aprimoramento das capacidades não pragmáticas do homem, das capacidades não técnicas. Ligadas ao espírito, as emoções, os sentimentos, as percepções, a sensibilidade e a criatividade (entre tantos) seriam tomados como ferramentas, pessoais ao indivíduo, para o alcance desse objetivo.
Ideologicamente, desenvolveu-se em meus pensamentos uma idéia sentimental que define ARTE como pilar dessa elevação. Fugindo da lógica racional, o conceito artístico engloba as características que tomo como indispensáveis, dado que o processo de produção de ARTE leva seu criador a uma introspecção de tão alto grau que acaba por se reverter, expandindo sua visão para outros contextos dimensionais. A ARTE seria assim, fruto universal de uma árvore enraizada no espírito e na mente de um único ser: aquele que a produziu, ligando-o infinitamente a todos os espaços e tornando-o O TODO, enquanto parte do regime da vida.
Nessa busca de libertação, através dos tempos, com a ARTE, perco-me na problemática da inovação e da criatividade, em lutas imaginárias e derrotas evidentes. De fato, torno-me estranho ao mundo, colocando-me a parte dos seres racionais e figuro-me existente, apenas, em meus sonhos (quando a impressão de liberdade é completa).
Escravo dos próprios pensamentos libertários e diferenciais, recluso-me fisicamente dos parâmetros sociais, mantendo-me aos ossos, alvo, desajeitado e desleixado, doente de causas intestinais; recluso-me comportamentalmente: introspectivo, estranho, sensível ao entorno.
O motivo dessa necessidade de afirmação como diferente e da busca ao que está além da nós (a "iluminação") não me pode ser escrito (ainda), não pode ser dito, apenas sentido. E nesse sentido digo que tudo isso apenas é, e a luta pela nova ARTE continua. A luta por uma existência intensa e elevada persiste e a recusa dos padrões e parâmetros atuais deve ser mantida.
11/06/2007
27/05/2007
23/05/2007
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24/04/2007
22/04/2007
11/04/2007
10/04/2007
03/04/2007
Sonhos épicos figuram-se em combates de armas brancas, espadas, arcos e flechas, duelam com seres estranhos, tornam buscas necessárias. Nessa noite, um unicórnio de ouro de reflexo esmeralda que se escondia em baixo da terra e fugia dos homens se aproximou de mim, tornou-se amigo, tornou-se humano e mulher. Protegi-a, refugiei-me a seu lado e distante do mundo, tivemos duas filhas. Aparentemente simples, infantil, volátil (no sentido químico da palavra).
Mas a questão é: sem os sonhos ou essa estranha ligação psíquica, o que seriam dessas personagens que me acolhem? O que seriam daqueles campos verdes que o unicórnio percorria ou da viela em que fui escolhido protetor armado, outrora?
Sei que minha escrita não é à altura de meu sentimento ou do que ocorre todas as noites quanto me teleporto, mas sim! Creio nisso! E persistirei em buscar uma solução (ao menos, mais aventuras que mantenham vivas essas terras e esses seres do "além do nosso mundo")!
19/03/2007
07/03/2007
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26/02/2007
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17/02/2007
16/02/2007