09/04/2009

Convivo com o medo [de envelhecer] como quem tatua nas costas uma banalidade. Não vejo, mal sinto, mas sei que está lá. Sempre estará. 
(Não supero. Assumo. Convivo.)
É um medo inventado.



Tudo vai de encontro. O nada é ocupado.



03:22     Agora durmo? Há pó demais em minha luminária para isso. O acaso me entretem.
03:24



Agora tenho raiva das palavras.
Me tiram o sono, me incomodam a mente, buscam novas palavras. Se encontram, escrevo. Se escrevo, torno a buscar.
Sem fim. Até que a cabeça pese e os calos nos dedos reclamem. E os olhos neguem. Assim.